sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Tecnologia LED para tratamentos estéticos

Você sabia que a tecnologia LED pode ser utilizada em tratamentos estéticos?

A fototerapia LED promove um sistema de aplicação programado com diferentes comprimentos de onda de Liz, indicado para tratar irregularidades da pele tais como acne, perda de modelagem facial e vasinhos.

Aparelho para tratamento com LED

As funções dos LEDs



LED Azul

Os LEDs Azuis emitem feixes de luz de propriedades bactericidas com comprimento de onda de 470nm. É sensível a membrana plasmática, impede trocas metabólicas e induz a auto destruição da bactéria.



LED Vermelho

Os LEDs Vermelhos possuem comprimento de onda de 660nm. Atuam na inibição de mediadores químicos presentes na cascata inflamatória.



LED Âmbar

Os LEDs Âmbar têm um comprimento de onda de 590nm. Atua no estímulo de colágeno. Aumenta a circulação e os nutrientes para a pele.



Infravermelho (somente luzes brancas)

O infravermelho possui um comprimento de onda de 808nm. Aumenta a capacidade de absorver energia, promovendo a ativação das células. Deixa mais favorável a recepção de ativos.



Combinações dos LEDs

A combinação dos LEDs nos tratamentos é realizada para que se consiga atender a verdadeira necessidade da pele, proporcionando resultados adequados para cada tipo de tratamento. Assim, garante a manutenção dos benefícios combinados de suas respectivas funções. A combinação de LEDs também é extremamente importante, pois age em diversos fatores essenciais para a saúde da pele através de seus comprimentos de onda.


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Tecnologias LED que vão inovar e conquistar o mercado de iluminação


Olhe para a pequena luz verde ou azul que indica que seu monitor, notebook ou tablet está ligado. Perceba como ela é precisa, controlada e pequena o suficiente para caber, muitas vezes, dentro do próprio botão "power".

Agora imagine se, no lugar dessa luz, houvesse uma lâmpada incandescente igual àquelas mais antigas: um bulbo de vidro quente e amarelado com dois centímetros de diâmetro no mínimo e que precisa ser substituído a cada ano. É assim que seria o mundo sem os LEDs.

Esse é apenas um exemplo de como os LEDs já mudaram o mundo atual, mas ainda podemos citar milhares de aplicações para esse pequeno componente eletrônico capaz produzir luz (quase) sem emitir calor. Mas que mudanças o LED ainda pode trazer para o futuro?

O que é um LED?
O Diodo Emissor de Luz ("Light Emitting Diode", em inglês) é um componente eletrônico que tem a capacidade de produzir luz através da eletroluminescência, fenômeno em que fótons são liberados depois que uma corrente elétrica passa por um campo que excita e separa os elétrons.

Esse método tem várias vantagens se comparado às primeiras lâmpadas incandescentes inventadas por Thomas Edison há mais de um século. A primeira é a eficiência: menos de 10% da energia consumida por uma lâmpada comum é usada para produzir luz, o restante é desperdiçado em forma de calor. Já nos LEDs, essa eficiência ultrapassa os 80%.

Além disso, LEDs podem ser fabricados em tamanhos muito menores, além de serem mais confiáveis: a maioria dos primeiros LEDs fabricados nos anos 80 e 90 estão em uso até hoje. Ainda assim, esses componentes são utilizados mais como indicadores luminosos do que como fontes de iluminação para locais com pouca luz, mas isso está mudando rapidamente.

Aplicação
São raros os produtos eletrônicos produzidos atualmente que não utilizam nenhum LED, indo desde pequenos dispositivos Bluetooth USB até os sinalizadores nas asas dos aviões. Lâmpadas LED capazes de substituir as florescentes e fosforescentes ainda têm um preço de aquisição relativamente caro, mas esse valor é compensado em longo prazo, na forma de economia na conta de luz.

Na verdade, a produção em massa hoje barateou tanto os custos desses componentes que os LEDs são usados mesmo em locais que quase nunca são vistos por ninguém, como no interior dos computadores. Outros produtos mais complexos são derivados dos LEDs, como os diodos de lasers e a fibra ótica.

Além de servirem como indicadores luminosos e iluminação básica, os LEDs também têm substituído as lâmpadas convencionais em outras áreas, como nas famosas "TVs de LED" vendidas hoje. Essas telas (que não são feitas de LED) passaram a usar a luz do diodo para iluminar a imagem que aparece logo à frente no painel LCD, substituindo as lâmpadas brancas.

O Futuro do LED

Iluminação pública e semáforos
Muitas das maiores cidades do mundo estão substituindo as lâmpadas convencionais dos postes nas ruas por dispositivos LED, assim como já tem acontecido em São Paulo e Curitiba. Essas lâmpadas ainda custam mais que o dobro do preço se comparadas com as convencionais, mas a economia de energia e o custo de manutenção reduzido têm compensando cada vez mais.

Empresas como a Philips e a Pansonic têm trabalho incessantemente para desenvolver lâmpadas LEDs cada vez mais baratas e eficientes. Um exemplo é a EnduraLED, apresentada pela Philips no começo do ano, que tem o brilho equivalente à uma lâmpada incandescente de 60 Watts, mas consumindo 80% menos e durando até 25 vezes mais.

Os semáforos de trânsito também estão sendo beneficiados pela tecnologia, tendo suas lâmpadas substituídas por centenas de pequenos pontos de LED. Além de serem mais econômicos, os novos sinalizadores de trânsito produzem as luzes coloridas com muito mais brilho, não sendo ofuscadas pelo sol.

OLED
Diferentemente das TVs LCD com LED backlight, telas com o OLED podem ser chamadas de "TVs de LED" sem nenhum problema. Essa tecnologia usa uma versão melhorada do LED com compostos orgânicos de carbono, permitindo produzir uma infinidade de cores e ainda ser flexível.

Além de ser mais brilhante, uma tela de OLED dispensa completamente a luz de fundo, resultando em painel mais fino que qualquer outra tecnologia. Outro ponto notável do OLED é o contraste, que pode chegar aos 100%. Enquanto que o LCD usa pixels com um tom escuro de cinza para simular o preto, os pixels de OLED podem ser desligados individualmente, produzindo a ausência real de luz.

Alguns problemas não sanados, como o tempo de vida reduzido e distorção da cor azul, impedem que o OLED entre no mercado de vez, além do custo mais elevado que qualquer tecnologia nova possui. Ainda assim, gadgets modernos, como o PlayStation Vita, já estão apostando nas telas de diodo orgânico.

Quantum Dots
Um dos principais problemas que muitos fabricantes enfrentam com o OLED é a perda gradual da cor azul. Isso ocorre porque os diodos azuis usados para produzir o espectro de cor de cada pixel se desgastam mais rápido que o vermelho e o verde. É aqui que o "Quantum Dots OLED" entra.

Em vez de usar a junção de três diodos para formar todas as cores básicas (RGB), displays com a tecnologia Quatum Dots realizam variações nanométricas no tamanho do espaço por onde os pacotes de quantum passam, produzindo qualquer cor entre o vermelho e o violeta.

Dessa forma, o espaçamento entre cada pixel da tela pode ser menor, permitindo resoluções maiores sem alterar o tamanho do aparelho. Outra vantagem é o consumo de energia ainda menor que o do OLED.

As cores do QD-OLED também são mais reais, isso porque ele não precisa de combinações do verde, vermelho e azul para produzir espectros diferentes. Cada cor produzida pelos LEDs é pura, com muito mais definição.

LED na moda
O baixo consumo de energia e o tamanho reduzido do LED o tornaram próprio para ser usado como vestuário. Vários fabricantes estão empregando as luzes em roupas recreativas, como vestidos de festas e camisetas de balada.

Os japoneses são ainda mais ousados e estão utilizando o LED para deixar qualquer um com um sorriso realmente brilhante, colocando LEDs atrás dos dentes. A popularização desse tipo de moda iluminada pode parecer improvável hoje, mas é possível que aconteça de forma mais discreta e gradual no futuro.

Projeção de imagens
Um dos principais fatores que fazem os projetores ainda serem caros é o preço de suas lâmpadas. Elas não só têm um alto valor de aquisição, mas também exigem um aparato eletrônico complexo para ativá-las e resfriá-las, além de ter uma vida útil bastante curta. Isso pode mudar no futuro, graças ao LED.

LEDs já são usados para construir projetores de imagem muito menores que os seus predecessores que usam filamento de tungstênio jamais seriam, como é o caso do "nHD PICO", da Texas Instruments. Outros fabricantes, como a Sony, já anunciaram câmeras que não se limitam à apenas filmar em HD, mas que também podem projetar a imagem em alta resolução sem precisar de qualquer aparelho adicional.

A presença do LED em projetores de maior porte, como os do cinema, ainda é tímida, dado o alto custo que as lâmpadas de alta capacidade ainda têm. Mas, assim como já vem ocorrendo com a iluminação pública, é inevitável que as lâmpadas incandescentes na retroprojeção sejam aposentadas em poucos anos.


A Tairis possui uma linha completa de produtos de iluminação LED para ambientes internos e externos. Confira esses produtos em nosso site: www.tairis.com.br ou entre em contato pelo telefone (19) 3886-2654

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

União Européia começa a banir lâmpadas incandescentes


No Brasil, a população foi acostumada a utilizar as chamadas lâmpadas frias para economizar energia e evitar o apagão. Mas, em outros países, a escolha de trocar a lâmpada incandescente por uma mais ecológica partia do consumidor por questões mais verdes. Agora, a União Européia decidiu banir de vez as lâmpadas quentes de seu mercado.

A mudança não será repentina, pois a partir de setembro apenas as lâmpadas de 100W terão sua comercialização proibida. Assim os europeus poderão realizar uma transição menos traumática e se acostumar aos poucos com diferentes opções. Segundo o site Big Green Smile, lâmpadas com potências menores serão aposentadas nos próximos três anos. A adoção da medida está de acordo com a Diretiva de Ecodesign de Produtos Elétricos, aprovada pela organização em dezembro de 2008. Aredita-se, todavia, que os europeus irão continuar usando as lâmpadas antigas por muito tempo ainda, não só evitando a substituição como também criando um estoque delas, noticiou o site Telegraph. Desconfiados, os alemães estão realizando protestos contra a escolha e estocando lâmpadas quentes em suas casas, como forma de protesto.

Em apenas seis meses as vendas desse produto subiram 34% na Alemanha, porque as pessoas não gostam da luz branca e acreditam que essa seja menos brilhante do que as lâmpadas convencionais. Para "incentivar" o mercado a acatar a decisão, multas de até 5,5 mil euros (aproximadamente R$ 15 mil) serão distribuídas às empresas e lojas que insistirem em importar as antigas lâmpadas diretamente da China. Mas o governo declarou que permitirá aos comerciantes venderem seu atual estoque até o final. O objetivo dessas diretrizes é, além de conscientizar as pessoas sobre o uso de equipamentos que consumam menos energia e joguem menos gás carbônico na atmosfera, diminuir os gastos mensais da população com energia elétrica.

Em uma lâmpada convencional, inventada por Thomas Edison em 1879, apenas o equivalente a 5% da energia elétrica consumida é transformado em luz. Já uma lâmpada econômica, a chamada flourescente, chega a gastar até 80% menos energia e a ter vida útil acima de dez mil horas - contra apenas mil horas das incandescentes. "Não podemos mais confiar em lâmpadas que desperdiçam 95% de sua energia com o calor", declarou Dan Norris, ministro do meio ambiente inglês. "O Reino Unido teve uma iniciativa voluntária bem sucedida por alguns anos e agora o resto da UE seguirá a ordem sob força de lei", completou. Se tudo correr bem a União Européia espera reduzir em um milhão de toneladas a quantidade de CO2 que joga na atmosfera até o ano de 2022.



Fonte: Terra Tecnologia

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Iluminação LED para Postos de Combustíveis

Em fevereiro de 2011, a Tairis Iluminação a LED implantou mais um projeto de sucesso!


O empresário e dono de um posto de combustíveis da cidade de Vinhedo acreditou na tecnologia do futuro e adquiriu iluminação a LED para seu posto de bandeira Ipiranga.


Certo da economia e da viabilidade do projeto, o empresário substituiu suas 36 luminárias com lâmpadas de 250W por 36 luminárias Tairis com 54 led's de 78W.


Essa iniciativa gerou ao empresário uma economia mensal em kW/h de 2.229,1 e R$/kWh de 652,95! Se projetado para o período de um ano, os números se tornam ainda mais atrativos, gerando uma economia em R$/kWh de 7.835,45! Além da economia energética, a utilização de iluminação a LED possui maior durabilidade e dispensa custos com manutenção.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Tecnologia LED substitui reatores nucleares

O Instituto de Economia de Energia (IEE), grupo de pesquisa supervisionado pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão, descobriu uma forma de contornar a crise no sistema de energia nuclear do país, causado pelo desastre nuclear ocorrido em Fukushima em março de 2011. A solução é substituir toda iluminação do país por lâmpadas LED.

“Promover a introdução da iluminação LED é uma medida para economizar energia e minimizar os efeitos imediatos causados ao meio ambiente.”, disse o jornal Tokyo, baseado em publicações do IEE.

As lâmpadas LED consomem apenas de 10% a 20% da energia consumida pelas lâmpadas incandescentes, e cerca de 60% das fluorescentes, incluindo as compactas e econômicas. O IEE calcula que os japoneses utilizam cerca de 1,6 bilhões de lâmpadas e consomem, anualmente, mais de 150,6 bilhões de KW/h.

De acordo com o IEE, se a população substituir as lâmpadas convencionais por LED, o país poderá reduzir o consumo de 92,2 bilhões KW/h para 58,4 bilhões KW/h. Isso equivale a 13 reatores nucleares, ¼ do total do país. Essa iniciativa coincide com o que foi realizado recentemente na Alemanha, na qual foram apresentadas as vantagens da substituição da energia solar (cerca de E7bn) pela tecnologia LED, que permitiria redução no consumo de energia elétrica e melhor custo-benefício para a população.

O IEE revelou que o investimento para substituição das 1,6 bilhões de lâmpadas do Japão será de aproximadamente ¥15.7 trilhões (cerca de 194 bilhões de dólares). Contudo, apesar do custo inicial alto, a tecnologia LED oferece benefícios a longo prazo, não só na redução do consumo de energia elétrica, mas na durabilidade das lâmpadas. Alguns fabricantes revelam que as lâmpadas LED podem durar até 25 anos (uso residencial), embora vá demorar ¼ de século para descobrir se isso é verdade.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Seja bem-vindo ao blog da Tairis!


É com imensa satisfação que inauguramos o blog da Tairis, um espaço reservado para a troca de informações e novidades sobre o universo da iluminação LED.

Aqui você encontrará informações e fotos dos nossos produtos, projetos desenvolvidos e notícias do mercado.

Não percam os próximos posts.

Equipe Tairis Iluminação LED