quarta-feira, 4 de junho de 2014

Na contramão da emissão nociva de CO2 temos na área da iluminação a tecnologia LED

No post da semana passada, falamos um pouco sobre o efeito estufa e as emissões de gases nocivos a atmosfera.

Continuamos neste assunto, esclarecendo a questão do crédito de carbono que é a Redução Certificada de Emissões (RCE) são certificados emitidos para uma pessoa ou empresa que reduziu a sua emissão de gases do efeito estufa (GEE).
Por convenção, uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) corresponde a um crédito de carbono. Este crédito pode ser negociado no mercado internacional. A redução da emissão de outros gases, igualmente geradores do efeito estufa, também pode ser convertida em créditos de carbono, utilizando-se o conceito de Carbono Equivalente (Equivalência em dióxido de carbono)
Acordos internacionais como o Protocolo de Kyoto determinam uma cota máxima de GEE que os países desenvolvidos podem emitir. Os países, por sua vez, criam leis que restringem as emissões de GEE. Assim, aqueles países ou indústrias que não conseguem atingir as metas de reduções de emissões, tornam-se compradores de créditos de carbono.

Lembramos que não somente as empresas devem se preocupar com a emissão do CO2, as pessoas físicas também contribuem para essa emissão nociva. Para calcular o nível de emissão CO2 existe a calculadora para identificar sua emissão anual de dióxido de carbono (CO2).
Você pode calcular a emissão de CO2 em alguns sites na internet como, por exemplo: http://www.calculadoracarbono-cgd.com/
  
Na contramão da emissão nociva de CO2, temos na área da iluminação a tecnologia LED (Diodo Emissor de Luz) que atualmente com suas lâmpadas e luminárias contribuem para a não emissão de CO2, economia de energia elétrica, durabilidade e seu descarte é totalmente ecológico.
Abaixo um exemplo de planilha de PayBack na substituição de luminárias convencionais pelas luminárias LED Tairis. Onde a empresa ao realizar a substituição das luminárias convencionais com 400W por Luminárias LED Refletor Tairis 145W obterá uma diferença de custo anual convencional X LED de R$ 321.877,44.

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(19) 3886-2654


quarta-feira, 28 de maio de 2014

Vamos ajudar na diminuição da emissão de CO2 (Dióxido de Carbono) um dos causadores do efeito estufa no planeta Terra.

efeito estufa é um processo natural que impede que a temperatura em nosso planeta esfrie mais do que deveria, favorecendo assim a continuidade da vida na Terra. Porém em tempos de avanço quase que irrefreável da industrialização, ações do homem como a emissão de gases poluentes têm acelerado esse processo, fazendo com que a temperatura fique cada vez mais quente a cada ano.

Os principais gases causadores deste efeito são:
Dióxido de Carbono (CO2);
Óxido Nitroso (N2O);
Metano (CH4) e o cloro-flúor-carboneto (CFC).

A concentração desses gases na atmosfera tem aumentado com o decorrer do tempo, devido a ações do homem. Os cientistas afirmam que o século XX foi o mais quente dos últimos 500 anos. O Brasil está em 4º lugar no ranking dos maiores emissores de gases do efeito estufa, vem com uma campanha de sustentabilidade nos últimos anos para que esses efeitos sejam minimizados, porém ainda levarão alguns anos de discussões e conscientização das pessoas que através de ações diárias podem colaborar para a diminuição desses gases.

Um exemplo disso é na área da iluminação, também uma geradora de emissão desses gases. Mas, já temos uma tecnologia que auxilia nessa redução positiva, falamos do LED (Diodo Emissor de Luz) que já considerado a nova geração de lâmpadas e luminárias, como alternativa ecologicamente correta que tem baixo consumo energético, sem emissões de gases nocivos e seu descarte é totalmente reciclável.
Estamos falando de uma alternativa sem dúvida mais eficiente e ecológica que já revoluciona a área da iluminação.

No próximo post falaremos um pouco sobre a calculadora de emissão de CO2 e sobre os créditos de carbono.

Aproveite e conheça as linhas de lâmpadas e luminárias LED Tairis
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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Você está preparado para enfrentar a crise de energia elétrica no Brasil?

A iluminação é responsável por grande parte do consumo de energia elétrica no Brasil e no mundo. Devido a crise de energia elétrica que o Brasil está passando e as previsões nada positivas para os próximos anos, ocorrerá um aumento da tarifa de energia elétrica a curto prazo. 
O consumidor terá de pagar uma conta que pode variar de R$ 20 bilhões a R$ 30 bilhões, que representará um aumento total de 30% na tarifa ao longo do período de 2014 a 2016.


Para colaborar com a diminuição do consumo e economia no valor de sua conta de luz, está disponível no mercado a tecnologia LED apresentando opções de lampadas e luminárias que substituem adequadamente a iluminação convencional e ainda com várias vantagens.


Principais benefícios da tecnologia LED:

Economia de energia elétrica de até 92%, vida útil de 50 mil horas para as luminárias, ausência de emissão de raios ultravioletas e infravermelhos, distribuição de luz uniforme e sem oscilações e não agride o meio ambiente e alta eficiência energética.

Comece a economizar agora, adquirindo as linhas de luminárias e lampadas com tecnologia LED Tairis a marca brasileira e produtos com garantia.

Maiores informações acesse nosso site www.tairis.com.br ou telefone (19) 3886-2654



quarta-feira, 14 de maio de 2014

Marca Tairis especializada em iluminação LED apresentou na Expolux 2014 sua linha de luminárias LIRA Postos de combustíveis, LIRA Refletor e LIRA Poste.

As luminárias LIRA LED Tairis foram grande sucesso na Expolux 2014, principalmente a LIRA Posto de combustível
Toda a linha é projetada e fabricada no Brasil, tem garantia de 05 anos e com alta eficiência luminotécnica para suprir as exigências do mercado nacional.

Este sucesso é devido sua melhor eficiência, economia de energia elétrica atingindo até 92%, sua vida útil de 50.000 horas e design moderno e funcional.

Quando falamos da LIRA Posto de combustível, nos referimos a uma luminária LED com alta tecnologia, projetada para substituir perfeitamente uma luminária convencional. 

Proporcionando grandes vantagens nesta substituição, o baixo consumo de energia elétrica, o aumento na eficiência em lumens (lm: unidade de medida do fluxo luminoso) e na sensação visível de um posto bem iluminado, que favorece o aumento no fluxo de clientes no posto durante o período da noite, pois um local bem iluminado indica mais segurança ao efetuar uma parada tanto para veículos particulares como caminhões.


terça-feira, 5 de junho de 2012

Empire State Building, em NY, ganha iluminação de LED

O Empire State Building, prédio inaugurado em 1931 e um dos símbolos da cidade de Nova York, vai ganhar nova iluminação. Serão 68 mil lâmpadas de LED com tecnologia que permite a mudança de cores das fachada do prédio em tempo real.

O novo sistema, comandado por computador, permite milhões de combinações de cores, além de possibilitar efeitos especiais como arco-íris, ondas e iluminação cruzada.

Fora o aspecto visual, a intenção é tornar o edifício mais eficiente. A troca de lâmpadas significará uma economia de 75% de energia por ano e os dispositivos LED duram até seis vezes mais que as lâmpadas atuais. A nova iluminação deve ficar pronta em setembro.



quarta-feira, 16 de maio de 2012

Conheça a nova Linha de Luminárias OR


A Tairis, fabricante de produtos de iluminação, acaba de lançar a Linha de Luminárias OR, com inovadora tecnologia LED.

Assinada pela designer Carolina Bonança, a Linha OR (do hebraico, LUZ) chegou ao mercado para provar que design e alta tecnologia podem caminhar lado a lado.

Muito além de um elemento decorativo, a iluminação influencia sensações e personaliza o ambiente. Os exclusivos modelos da Linha OR dão um toque final à decoração, destacando-se pela harmonia das proporções e detalhes.

Todas as luminárias são fabricadas no Brasil e estão disponíveis para ambientes internos e externos, com opções de alimentação de 12VDC ou 110-220VAC, vida útil de até 50 mil horas e garantia de 3 anos.

Estamos à disposição para fornecer mais informações.

(19) 3886-2654


terça-feira, 13 de março de 2012

Governo e empresas discutem acordo sobre forma de descartar lâmpadas


Muitas lâmpadas fluorescentes param na rua e depois vão para lixões, o que é um perigo para a saúde e o meio ambiente.

O Governo Federal e as empresas que fabricam ou importam lâmpadas fluorescentes estão perto de um acordo sobre a forma de descartar esse produto sem poluir o meio ambiente. E já decidiram quem vai pagar a conta para implantar o programa.

Formas e cores se multiplicam. O mercado de lâmpadas fluorescentes, que gastam até 80% menos energia do que as incandescentes, disparou na última década.

Cerca de 290 milhões são vendidas por ano no Brasil, quase todas importadas, como as do prédio onde Heron trabalha. “Quando queima, enrolo no jornal e jogo fora”, ele conta.

Essa é a prática no Brasil: 95% das lâmpadas fluorescentes são descartadas em lugares inadequados. Muitas vão parar na rua e depois vão para aterros e lixões. Um perigo para a saúde e para o meio ambiente, porque as lâmpadas fluorescentes têm mercúrio, um metal altamente tóxico.

A Lei de Resíduos Sólidos, aprovada há um ano e meio, diz que fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes devem recolher e dar um destino adequado às lâmpadas usadas. Mas a lei ainda não foi implantada porque o assunto está sendo discutido pelo setor.

A proposta da Abilux, uma das duas associações que reúnem fabricantes e importadores, é que os consumidores entreguem as lâmpadas usadas em postos de coleta no comércio. Uma associação sem fins lucrativos responsável pelo transporte e pela descontaminação receberia dos fabricantes R$ 0,40 por lâmpada vendida. O custo seria repassado para o consumidor no preço da lâmpada.

“Se queremos um ambiente melhor, nós vamos ter que pagar pelo descarte adequado”, avalia Isac Roizenblatt, diretor da Associação da Indústria de Iluminação.

O governo diz que o programa deve começar até o fim de ano nas maiores cidades do país e que ainda estuda quanto o consumidor vai pagar.

“Está sendo avaliado, e o custo vai ter que ser repassado àqueles que são usuários das lâmpadas”, explica Zilda Veloso, do Ministério do Meio Ambiente.

Por enquanto, as iniciativas são voluntárias, como a da prefeitura de São José dos Campos, no interior paulista, que coleta e descontamina as lâmpadas.

Uma loja de material de construção em São Paulo gasta R$ 200 mil por ano para dar um destino adequado às lâmpadas levadas pelos clientes.

Os materiais são separados em uma fábrica. As pontas metálicas são vendidas para fundições. O vidro e o pó fosfórico vão para a indústria cerâmica. E o mercúrio é doado para institutos de pesquisa.

“Uma lâmpada fluorescente de 32 watts tem potencial para poluir 30 mil litros de água. Você imagina tudo isso indo para lixões, caçambas, de forma indiscriminada. O impacto ambiental é muito prejudicial”, alerta Carlos Alberto Pachelli, dono da empresa.

A Abilumi, outra associação dos importadores de lâmpadas, informou que concorda com a proposta que está sendo discutida. Alertou sobre a importância de que todo o setor cumpra o acordo para que não haja uma concorrência desleal com produtos mais baratos, de empresas que não seguirem as normas do descarte adequado.

Fonte: Portal G1 - Jornal Nacional
Reportagem exibida no Jornal Nacional do dia 08/03/2012