quarta-feira, 14 de maio de 2014

Marca Tairis especializada em iluminação LED apresentou na Expolux 2014 sua linha de luminárias LIRA Postos de combustíveis, LIRA Refletor e LIRA Poste.

As luminárias LIRA LED Tairis foram grande sucesso na Expolux 2014, principalmente a LIRA Posto de combustível
Toda a linha é projetada e fabricada no Brasil, tem garantia de 05 anos e com alta eficiência luminotécnica para suprir as exigências do mercado nacional.

Este sucesso é devido sua melhor eficiência, economia de energia elétrica atingindo até 92%, sua vida útil de 50.000 horas e design moderno e funcional.

Quando falamos da LIRA Posto de combustível, nos referimos a uma luminária LED com alta tecnologia, projetada para substituir perfeitamente uma luminária convencional. 

Proporcionando grandes vantagens nesta substituição, o baixo consumo de energia elétrica, o aumento na eficiência em lumens (lm: unidade de medida do fluxo luminoso) e na sensação visível de um posto bem iluminado, que favorece o aumento no fluxo de clientes no posto durante o período da noite, pois um local bem iluminado indica mais segurança ao efetuar uma parada tanto para veículos particulares como caminhões.


terça-feira, 5 de junho de 2012

Empire State Building, em NY, ganha iluminação de LED

O Empire State Building, prédio inaugurado em 1931 e um dos símbolos da cidade de Nova York, vai ganhar nova iluminação. Serão 68 mil lâmpadas de LED com tecnologia que permite a mudança de cores das fachada do prédio em tempo real.

O novo sistema, comandado por computador, permite milhões de combinações de cores, além de possibilitar efeitos especiais como arco-íris, ondas e iluminação cruzada.

Fora o aspecto visual, a intenção é tornar o edifício mais eficiente. A troca de lâmpadas significará uma economia de 75% de energia por ano e os dispositivos LED duram até seis vezes mais que as lâmpadas atuais. A nova iluminação deve ficar pronta em setembro.



quarta-feira, 16 de maio de 2012

Conheça a nova Linha de Luminárias OR


A Tairis, fabricante de produtos de iluminação, acaba de lançar a Linha de Luminárias OR, com inovadora tecnologia LED.

Assinada pela designer Carolina Bonança, a Linha OR (do hebraico, LUZ) chegou ao mercado para provar que design e alta tecnologia podem caminhar lado a lado.

Muito além de um elemento decorativo, a iluminação influencia sensações e personaliza o ambiente. Os exclusivos modelos da Linha OR dão um toque final à decoração, destacando-se pela harmonia das proporções e detalhes.

Todas as luminárias são fabricadas no Brasil e estão disponíveis para ambientes internos e externos, com opções de alimentação de 12VDC ou 110-220VAC, vida útil de até 50 mil horas e garantia de 3 anos.

Estamos à disposição para fornecer mais informações.

(19) 3886-2654


terça-feira, 13 de março de 2012

Governo e empresas discutem acordo sobre forma de descartar lâmpadas


Muitas lâmpadas fluorescentes param na rua e depois vão para lixões, o que é um perigo para a saúde e o meio ambiente.

O Governo Federal e as empresas que fabricam ou importam lâmpadas fluorescentes estão perto de um acordo sobre a forma de descartar esse produto sem poluir o meio ambiente. E já decidiram quem vai pagar a conta para implantar o programa.

Formas e cores se multiplicam. O mercado de lâmpadas fluorescentes, que gastam até 80% menos energia do que as incandescentes, disparou na última década.

Cerca de 290 milhões são vendidas por ano no Brasil, quase todas importadas, como as do prédio onde Heron trabalha. “Quando queima, enrolo no jornal e jogo fora”, ele conta.

Essa é a prática no Brasil: 95% das lâmpadas fluorescentes são descartadas em lugares inadequados. Muitas vão parar na rua e depois vão para aterros e lixões. Um perigo para a saúde e para o meio ambiente, porque as lâmpadas fluorescentes têm mercúrio, um metal altamente tóxico.

A Lei de Resíduos Sólidos, aprovada há um ano e meio, diz que fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes devem recolher e dar um destino adequado às lâmpadas usadas. Mas a lei ainda não foi implantada porque o assunto está sendo discutido pelo setor.

A proposta da Abilux, uma das duas associações que reúnem fabricantes e importadores, é que os consumidores entreguem as lâmpadas usadas em postos de coleta no comércio. Uma associação sem fins lucrativos responsável pelo transporte e pela descontaminação receberia dos fabricantes R$ 0,40 por lâmpada vendida. O custo seria repassado para o consumidor no preço da lâmpada.

“Se queremos um ambiente melhor, nós vamos ter que pagar pelo descarte adequado”, avalia Isac Roizenblatt, diretor da Associação da Indústria de Iluminação.

O governo diz que o programa deve começar até o fim de ano nas maiores cidades do país e que ainda estuda quanto o consumidor vai pagar.

“Está sendo avaliado, e o custo vai ter que ser repassado àqueles que são usuários das lâmpadas”, explica Zilda Veloso, do Ministério do Meio Ambiente.

Por enquanto, as iniciativas são voluntárias, como a da prefeitura de São José dos Campos, no interior paulista, que coleta e descontamina as lâmpadas.

Uma loja de material de construção em São Paulo gasta R$ 200 mil por ano para dar um destino adequado às lâmpadas levadas pelos clientes.

Os materiais são separados em uma fábrica. As pontas metálicas são vendidas para fundições. O vidro e o pó fosfórico vão para a indústria cerâmica. E o mercúrio é doado para institutos de pesquisa.

“Uma lâmpada fluorescente de 32 watts tem potencial para poluir 30 mil litros de água. Você imagina tudo isso indo para lixões, caçambas, de forma indiscriminada. O impacto ambiental é muito prejudicial”, alerta Carlos Alberto Pachelli, dono da empresa.

A Abilumi, outra associação dos importadores de lâmpadas, informou que concorda com a proposta que está sendo discutida. Alertou sobre a importância de que todo o setor cumpra o acordo para que não haja uma concorrência desleal com produtos mais baratos, de empresas que não seguirem as normas do descarte adequado.

Fonte: Portal G1 - Jornal Nacional
Reportagem exibida no Jornal Nacional do dia 08/03/2012

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Empresas adotam lâmpadas de LED para corte de custos

Quantos empregados são necessários para trocar uma lâmpada? Não tantos como antes.

E é essa diferença que está incentivando empresas como as redes de varejo Wal-Mart Inc. e GNC Corp. e a de hotéis Caesars Entertainment Corp. a comprarem novas lâmpadas mais avançadas.

As lâmpadas à base de diodos emissores de luz, ou LEDs – semicondutores que produzem uma luz brilhante quando carregados de eletricidade –, duram dez vezes mais que as lâmpadas convencionais – ou seja, resultam em menos escadas bloqueando os corredores dos supermercados, ou feios andaimes erguidos nos saguões de hotéis, com operários trocando lâmpadas queimadas. Como a economia de energia ainda não é suficiente, em alguns casos, para cobrir o custo mais elevado das novas lâmpadas, é o menor custo de manutenção que está gerando vendas.

Lâmpada LED Tairis (8W)


"Pense em um poste de luz de um estacionamento, com 6 a 12 metros de altura. É preciso um caminhão com guindaste e um eletricista para trocar as lâmpadas a cada dois anos. Agora estas novas vão durar de 10 a 12 anos", disse Charles Zimmerman, vice-presidente da Wal-Mart para projetos e construções internacionais. "O grande retorno é na manutenção."
Consumidores pessoas físicas podem economizar usando lâmpadas fluorescentes compactas em suas luminárias. Mas para aplicações comerciais especializadas, como refrigeração, estacionamentos e iluminação de grandes saguões, a resposta é a tecnologia LED, segundo algumas empresas.

As lâmpadas de LED chegam a custar 20 vezes mais do que as convencionais, mas a economia de energia é uma parte importante da equação. A iluminação pode representar um terço dos custos de energia de uma grande loja, e as lâmpadas de LED podem reduzir a conta da iluminação em três quartos. No entanto, um estudo de caso de 2009 feito pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos em um estacionamento da Wal-Mart em Leavenworth, no Estado de Kansas, mostra que a economia de energia, por si só, pode não justificar o custo da mudança.

O ministério comparou as lâmpadas de LED com outras típicas de estacionamentos e concluiu que o custo das lâmpadas de LED, mais as contas de energia durante dez anos foi maior do que com as lâmpadas do tipo antigo. Essa proporção vai mudar à medida que cair o custo das lâmpadas de LED – que já caiu 30% desde 2009 – mas, por enquanto, é a redução nas despesas de manutenção que está permitindo às empresas recuperarem o investimento inicial em menos de três anos, um prazo crucial para os contadores.

"Em vez de substituir uma lâmpada sete vezes por ano, agora estamos falando em não encostar a mão nas lâmpadas durante quatro ou cinco anos", disse Eric Dominguez, diretor de serviços energéticos do Caesars Entertainment. Os operários encarregados da troca podem ser transferidos para outras tarefas, diz Dominguez.

Trocar as lâmpadas ficou mais complicado do que se imagina pelas piadas da série "Quantos... são precisos", dizem os donos de lojas, especialmente dentro de freezers e de cartazes luminosos, que podem exigir técnicos especalizados. No Hotel Intercontinental de San Francisco, com 33 andares, trocar uma lâmpada pode custar cerca de US$ 50. Levando em conta a longa vida das lâmpadas, o hotel achou vantajoso o investimento inicial na mudança para as LEDs, disse Harry Hobbs, diretor de engenharia do hotel. "Isso me permite ser mais eficiente na utilização dessa mão de obra", disse Hobbs.

As LEDs evoluíram desde seu nascimento como pequeninas luzes indicadoras em aparelhos como cafeteiras, passando a iluminar a tela dos celulares e até os outdoors em Times Square. A difusão do seu uso na iluminação geral em lojas e residências tem sido freada pelos preços altos, baixa qualidade da luz e cores não atraentes.

Isso está começando a mudar. O preço das LEDs está caindo, em um momento em que as empresas e os municípios estão em busca de tecnologias para redução de custos, devido ao aperto nos orçamentos e aumento nos gastos com energia. O departamento de energia dos EUA prevê que o preço das lâmpadas LED vai cair em cerca de 30% ao ano até 2015, ou seja, até o final da década essas lâmpadas custarão um décimo do que custavam no ano passado.

Um relatório recente da consultoria McKinsey & Co. estima que a participação das LEDs no mercado total de iluminação vai crescer de 10% em 2010 para 40% em 2016, gerando faturamento de 40 bilhões de euros (US$ 53 bilhões). "Estamos apenas nos estágios iniciais da adoção em massa", disse Steve Briggs, executivo de iluminação da General Electric Co.

Um ano atrás, a cadeia de lojas de materiais de construção e decoração Home Depot Inc. introduziu uma lâmpada de LED que emite tanta luz quanto uma lâmpada incandescente de 40 watts – mas custava a exorbitante quantia de US$ 21 cada. Hoje essa lâmpada é vendida por US$ 9,97.

A Home Depot, maior vendedora de lâmpadas dos EUA, informou que as vendas das LEDs no ano passado superaram suas expectativas de vendas para 2013. No mês passado um corte no preço fez as vendas das LEDs dobrarem, disse Bill Hamilton, vice-presidente de merchandising de produtos elétricos da Home Depot.

No mês passado, a Wal-Mart abriu sua primeira loja nos EUA totalmente iluminada com LEDs. A maior rede mundial de varejo passará a utilizar apenas LEDs no estacionamento de suas novas lojas no mundo todo. A GNC Holdings Inc. e a Starbucks Corp. já converteram para LEDs toda a iluminação de suas lojas.

Como resultado da legislação aprovada em 2007 nos EUA, a partir do próximo ano as lâmpadas para finalidades genéricas terão que ser pelo menos 25% mais eficientes do que as que utilizam a tecnologia incandescente convencional, inventada por Thomas Edison em 1879. A maioria das lâmpadas incandescentes de hoje vai ser extinta até 2014 nos EUA e substituída por alternativas mais eficientes.

Conheça toda linha de lâmpadas LED Tairis no site www.tairis.com.br

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Brasil se prepara para a revolução da iluminação LED


O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) de São Paulo está se preparando para participar daquilo que se espera ser uma verdadeira revolução na tecnologia da iluminação: as lâmpadas LED. "Estamos nos capacitando com ferramentas adequadas para viabilizar o desenvolvimento do projeto do ponto de vista do desempenho energético, térmico e ambiental", afirma Oswaldo Sanchez Junior.

O setor de iluminação no Brasil é muito competitivo, formado sobretudo por médias empresas. O mais novo recurso disponível no IPT é a caracterização fotométrica realizada por um goniofotômetro, equipamento informatizado que mede a luz emitida. Segundo Sanchez, os novos recursos permitirão substituir procedimentos que ainda são empíricos no desenvolvimento de luminárias, e criar um caldo de cultura que será sistematizado em novos conhecimentos.

O mercado mundial para a tecnologia LED para iluminação deverá alcançar, em 2013, a marca de US$ 20 bilhões, cerca de 16% do mercado de iluminação. Mas ainda há desafios a serem vencidos, sobretudo no tocante à eficiência energética e ao desempenho térmico das luminárias LED.

Tecnologia LED
A tecnologia LED de luz branca nasceu no fim dos anos 90 com as pesquisas do japonês Shuji Nakamura, que atualmente trabalha no Departamento de Materiais da Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara (EUA).

A invenção de Nakamura surgiu a partir de uma pesquisa para melhorar os LEDs convencionais, que até então só emitiam luzes coloridas. A descoberta da luz branca foi praticamente acidental, quando o pesquisador obteve um semicondutor que emitia uma luz azulada.

Atualmente, existem várias tecnologias LED de luz branca, a maior parte delas adotando a propriedade de fluorescência do fósforo ao reagir com a emissão de raios ultravioleta. Há também tecnologias mais conceituais, que permitem mudar a cor da luz, explorando o fato de que a luz branca resulta da combinação das cores primárias.

Desde que foram lançadas, as lâmpadas LED têm evoluído em relação a uma característica que é chamada IRC (Índice de Reprodução de Cor). Nesse índice, a referência é a luz do sol, que é considerada 100%. Inicialmente, as lâmpadas LED apresentavam entre 60% e 65% de IRC; atualmente estão entre 85% e 90%, com tendência a subir.

Luminárias LED
Em particular, a necessidade de aprimorar o aspecto térmico de projeto de luminárias deverá também mudar a composição de custos de fabricação dos produtos com tecnologia LED, acredita o pesquisador do IPT. Atualmente, uma luminária pública LED custa cerca de R$ 2.000 para o consumidor final e estima-se que cerca de 65% do seu custo de fabricação é representado pela integração de módulos LED e seus drivers (fontes de alimentação), 30% refere-se à produção do corpo da luminária (estrutura mecânica) e o restante (5%) refere-se ao processo de montagem.

O preço para o consumidor final deve cair para cerca de um terço em dez anos. O perfil dos custos de fabricação, no entanto, deverá ser significativamente alterado, refletindo a maior sofisticação de projetos, novas exigências do consumidor final, necessidade de certificações e maior escala de fabricação (barateamento dos módulos LED e suas fontes). Estima-se que o porcentual relativo ao custo da produção do corpo da luminária deve se tornar central (cerca de 55% do custo de fabricação) devido a dificuldades tecnológicas complexas inerentes ao projeto térmico e produção deste componente. Portanto, a penetração da tecnologia LED no mercado de iluminação depende, num primeiro momento, do barateamento dos componentes associados ao LED (módulos e drivers), mas deverá depender, no médio e longo prazo, da capacidade dos fabricantes em dominar as tecnologias de materiais e fabricação do corpo da luminária, visando um projeto energeticamente eficiente e termicamente confiável.

Desempenho Óptico
Outro ponto que deverá atrair projetos de inovação no segmento é quanto ao desempenho óptico das luminárias LED. Isso, no entanto, deverá amadurecer quando as condições de mercado permitirem ampliar o potencial de exploração da tecnologia. "Atualmente, o mercado é bastante focado na substituição de lâmpadas convencionais por dispositivos LED", afirma Sanchez.

O pesquisador acredita que a versatilidade e eficiência da tecnologia motivarão uma verdadeira revolução nos serviços de iluminação. "Será possível repensar o modo de atender as necessidades do usuário", diz Sanchez. Ele observa que, por exemplo, as lâmpadas LED podem ser facilmente dimerizadas (com intensidade ajustável), característica que, se atendida em projeto, proporcionará um serviço que se harmoniza com a iluminação natural, sem excedentes ou carência de energia luminosa em cada ambiente. Os controles deste tipo de iluminação (com sensores de presença, sensores de ambiente, programação de acordo com a atividade e interação com redes inteligentes) abrem novas possibilidades que poderão tornar o seu acionamento integrado ao ambiente e mais amigável ao usuário.

Por conta dos materiais mais compactos, a infraestrutura com LED pode ser menos dispendiosa e os projetos mais flexíveis. Outra tendência é o abandono de fios e cabos, o que também será um dos vetores da revolução que se espera. "Haverá menos impactos ambientais em todos os aspectos", prevê Sanchez.

Análise do Ciclo de Vida
Não se deve esquecer que a fase do projeto do produto é a mais importante do ponto de vista do seu comprometimento com requisitos ambientais. Mas para que os ganhos ambientais se efetivem, a indústria também precisará dotar seus projetos dos instrumentos de Análise do Ciclo de Vida (ACV), competência que hoje está se ampliando horizontalmente no IPT para que todos os projetos possam ter abordagem sustentável. Basicamente, a técnica de ACV consiste na realização do inventário dos fluxos de materiais, insumos e energia utilizados e das emissões (para o ar, terra e águas) realizadas em todos os processos ao longo do ciclo de vida do produto. Também permite identificar e mensurar os impactos ambientais associados a estes fluxos, o que representa uma maneira eficaz para avaliar ambientalmente qualquer bem ou serviço. Avalia-se que o advento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e o Programa Brasileiro de Avaliação do Ciclo de Vida (PBACV) devam impulsionar as inovações para o segmento.

Mercado de LEDs no Brasil
No Brasil, existem poucos fabricantes de lâmpadas e a maior parte das empresas do setor atua com fabricação de luminárias para os segmentos residencial, comercial e industrial. O estado de São Paulo tem grande concentração de empresas. Segundo a Abilux, 58% das indústrias estão na Grande São Paulo e 17% no interior do estado - outros estados atuantes são Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco. O setor também é dominado por empresas pequenas e médias. "É um setor muito competitivo", afirma Sanchez, que acredita que a concorrência deverá ser combustível para as inovações nos próximos anos.

A iluminação pública, que conta com cerca de dez empresas de porte médio no País, também deverá atrair projetos de inovação, sobretudo porque as exigências dos processos licitatórios em empresas públicas são cada vez maiores. Os governos municipais tendem a valorizar a abordagem ambiental em seus projetos, visto que a União e os estados estão compromissados com acordos globais de redução dos Gases do Efeito Estufa (GEE).


A Tairis comercializa uma completa linha de lâmpadas LED, com vida útil de 35 mil horas e economia de energia elétrica de até 92%. Conheça nossos produtos no site www.tairis.com.br

Lâmpadas LED Tairis